CUT-RS e centrais realizam dia de luta contra reforma da Previdência do governo Temer nesta terça

Em reunião ocorrida na tarde desta sexta-feira, dia 1º, em Porto Alegre, a CUT-RS e centrais sindicais decidiram realizar um dia de lutas contra a reforma da Previdência na próxima terça-feira, dia 5, após a suspensão da greve nacional marcada para o mesmo dia em função do adiamento da votação prevista na Câmara dos Deputados para a quarta-feira, dia 6.

 

Confira o calendário de mobilização em Porto Alegre:

5h – Ato no Aeroporto Internacional Salgado Filho

8h – Concentração em frente à Rodoviária

10h – Ato em frente ao prédio do INSS no centro

12h – Ato na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini

 

No Interior do Estado serão realizados atos regionais e manifestações em várias cidades, denunciando a reforma da Previdência do golpista Temer.

 

Além do Rio Grande do Sul, haverá também atos e manifestações em outras capitais e principais cidades do interior dos estados, como forma de mandar recado ao governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) de que “se botar para votar, o Brasil vai parar”.

 

Mobilização não pode parar

“Trata-se de uma reforma, que é rejeitada pela maioria absoluta da população. Os deputados e senadores, que ousarem votar a favor dessa proposta, que só interessa aos banqueiros, serão marcados na paleta e denunciados em seus redutos eleitorais para que sejam derrotados nas urnas em 2018”, afirma o secretário-geral adjunto da CUT-RS, Amarildo Cenci.

 

O recuo do governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) já é uma vitória da pressão das entidades sindicais e dos movimentos sociais contra o fim da aposentadoria e em defesa dos direitos, mas a mobilização não pode parar.

 

“Temos que continuar fazendo pressão sobre o governo e os parlamentares com panfletagens, manifestações, protestos em aeroportos, denúncias da base de apoio do governo e envio de mensagens para os seus gabinetes”, salienta Amarildo.

 

“Mais do que nunca é fundamental permanecer em estado de alerta e reforçar a a resistência e a luta para impedir a votação dessa nefasta reforma, que retira direitos básicos da classe trabalhadora. Não aceitamos retrocessos. Nenhum direito a menos”, conclui o dirigente da CUT-RS.

 

Também participaram da reunião, realizada na sede da Fecosul, dirigentes da CTB, UGT, Nova Central, Força Sindical, Intersindical, CSB, CGTB e CSP-Conlutas.

 

 

 

Fonte: CUT-RS

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