Metalúrgicos e metalúrgicas da CUT vão debater uma proposta unificada de negociação coletiva para 2021 nesta quinta, 25

O Secretário-Geral da CNM/CUT, Loricardo Oliveira, disse que o objetivo é construir
nacionalmente formatos de negociações com pautas únicas  

Os metalúrgicos e metalúrgicas de todo país vão se reunir, de forma virtual, na próxima quinta-feira (25), na Plenária de Negociação Coletiva. A atividade, convocada pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), tem como objetivo os eixos da entidade para o Contrato Coletivo Nacional de Trabalho. O link e as informações para participar da atividade será enviado ao e-mail dos trabalhadores e das trabalhadoras que se inscreveram na atividade.

O Contrato Coletivo Nacional de Trabalho é um eixo histórico que, segundo a CNM/CUT, busca firmar contratos articulados nacionalmente, que diminuam as grandes diferenças de condições de trabalho, salários e jornadas existentes entre os trabalhadores e as trabalhadoras metalúrgicas de diversas regiões do país, reduzindo, assim, as desigualdades.

A Confederação também destaca, na convocatória, que é muito importante que todos e todas participem porque diante da pandemia os acordos e as convenções coletivas de trabalho ganham um protagonismo especial. Eles são como instrumentos para avançar nas questões que se referem à participação dos trabalhadores e das trabalhadoras no processo produtivo, nas condições no local de trabalho e na vida.

“Não é possível discutir somente salários neste momento que vivemos, temos que discutir os pontos que interferem na vida do trabalhador e da trabalhadora no local de trabalho, como redução de jornada, condições de trabalho e a imunidade para enfrentar o covid19. Precisamos também discutir os impactos do futuro do trabalho e da organização sindical.”, disse o Secretário-Geral da CNM/CUT, Loricardo Oliveira. Segundo ele, é uma agenda desafiadora porém importante.

“Aquilo que os metalúrgicos e as metalúrgicas do Norte, Nordeste, Sudeste, Centro Oeste e Sul, têm que estar neste projeto único com proposições iguais para que a gente possa ir para negociação e enfrentar os patrões de forma organizada e mobilizada. Por isso é importante que a categoria opine a partir da sua realidade, da sua vivência, dos seus estados, dos seus sindicados e da sua fábrica. Qual o futuro de 2021 perante as negociações coletivas? E essa é atarefa que iremos fazer dia 25”, finalizou o dirigente.

Fonte: CNM/CUT

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